Realidade Virtual vs Aumentada – Qual será que é melhor?

Embora pertençam a um similar ramo da tecnologia (imersiva), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (VR) não são a mesma coisa. É habitual elas serem tratadas como sinônimos, no entanto, cada uma tem individualidades e são precisamente estas suas peculiaridades específicas que vamos ver nesse artigo de forma a não permitir mais qualquer incerteza referente ao tema.

A proposta de combinar universo virtual com o universo real e proporcionar maior relação entre o ser humano e a máquina é a mesma. O que muda é de que jeito isto acontece. De um lado o cliente é capaz de sentir como se se encontrasse num outro lugar, vivendo e executando ações que não existem. Como se se encontrasse na Matrix, mas sem as ameaças que acontecem no filme. De outro, somos capazes de divertir-se e relacionar-se com imagens gráficas colocadas em nossos ambientes, tendo a impressão de que elas realmente fazem parte deles.

Realidade Virtual

O excepcional quesito do VR é a elaboração desta prova imersiva. É fazê-lo sentir estar em outro lugar ou vivenciando coisas que, de fato, não existem. Por exemplo, você consegue se transferir para dentro de uma retratação virtual do museu do Louvre, em Paris. A Realidade Virtual substitui inteiramente a perspectiva do realidade pela visão imersiva em um ambiente virtual e esse estímulo é totalmente aumentado na ocasião em que misturadas visão e audição (utilização dos óculos combinado com o emprego dos fones de ouvido ). realidade-virtual

Como opera?

No caso da Realidade Virtual , a fim de que o utilizador consiga entrar em um universo virtual, de início são necessários aparelhos de VR. Eles estão organizados em 3 componentes principais: um Computador, um console ou um smartphone eficiente para executar o software, um equipamento de visualização que ficará preso na frente dos olhos ( é comum também utilizar fones de ouvido de maneira a reprimir que se tenha qualquer impulso externo) e certo tipo de dispositivo de controle. Esses componentes atuam em conjunto a fim de gerar frontal aos olhos do utilizador um novo ambiente. Essa ação pode iludir os sentidos de qualquer pessoa, de forma que a mente acredita que aquela coisa na realidade é real.

O item básico de todos os recursos de Realidade Virtual está na visão estereoscópica, que é a captação e sobreposição de duas imagens 2D suavemente diferenciadas, que a nossa mente acaba por considerar com uma 3D, com o intuito de se assemelhar com a maneira que os nossos olhos olham o universo. Esse papel pode ser cumprido por um visor LCD com duas fontes de imagem ou por 2 visores LCD (um por olho), com uma quantidade de quadros de ao menos 60 fps.

Mais um fator considerável para a realidade virtual é o deslocamento. Com o dispositivo preso na cabeça, não importa para que lugar a pessoa olhe, a visão gerada vai te acompanhar. Isto é possível porque os dispositivos de Realidade Virtual são equipados com mecanismos conhecidos como IMU (unidade de medição inercial). As IMUs são estruturadas em 3 componentes fundamentais: um acelerômetro, um giroscópio e um magnetômetro, incumbido por oferecer a orientação do aparelho em relação à Terra, como se fosse uma bússola tridimensional.

Certos equipamentos de Realidade Virtual que visam melhorar o rastreamento posicional e de deslocamento, além das informações dadas pela IMU, contam com câmeras de rastreamento. Estes dispositivos localizam marcadores situados nos utensílios e, através do uso de luz infravermelha ou refletores, são capazes de definir com precisão a localização do aparelho de VR no lugar.
Os controles são inclusive componentes importantes para uma experiência total com a Realidade Virtual. Esses dispositivos permitem que, quando manipulados, o usuário relacione-se com o mundo virtual. Quanto mais próximo das rotinas reais eles se aproximarem, melhor será a experiência.

Suas Aplicabilidades

Aumento da afinidade

A realidade virtual possibilita que você tenha uma experiência de ficar provisoriamente às cegas. O software “Notes on blindness”, acessível para Gear VR, mostra como é o processo gradual de redução de visão.

Bailenson fala que, em suas pesquisas em Stanford, demonstrações como essa se revelaram eficientes para ativar um maior sentimento de empatia por deficientes visuais. Quem assistiu ao conteúdo em realidade virtual passou duas vezes mais tempo auxiliando pessoas com esta condição do que aquelas que não possuíram esta experiência digital. Bailenson diz ainda que a tecnologia também auxiliou a reduzir o preconceito.

Educação

Para a educação, a realidade virtual tem aplicações mais visíveis. Para aulas de biologia ou em institutos de áreas médicas, a tecnologia possibilita tornar menos genéricos concepções sobre vírus, células ou bactérias. “Estudantes serão capazes de olhar as organelas celulares diante de seus olhos”, afirmou Bailenson.

Em território brasileiro, a “Positivo Informática” possui o planejamento denominado Na Real, que leva às escolas vídeos em 360 graus com relação a temas como os cuidados da dengue, a fim de inteirar os alunos do assunto com segurança.

Tratamento de fobias

Programas como o Face your fears, disponível para Gear VR, possibilitam que as pessoas confrontem seus maiores horrores. Com ajuda especializada, Bailenson diz que é possível superar fobias comuns, como andar de avião ou medo de bichos.

Treino de atletas Strivr

O Strivr Labs possui um software, atualmente, usado por atletas do futebol americano, hockey e beisebol a fim de treinar jogadas ensaiadas fazendo repetições mentais dos movimentos.

Tratamento de dor

Empresas como a DeepStream VR e a Firsthand em conjunto com a Universidade de Washington já possuem soluções a fim de amenizar a dor de pacientes em hospitais. Jogos em realidade virtual têm possibilidade de remover o foco do que está ocorrendo nos corpos dos pacientes, como a substituição de um curativo sedoso. “A realidade virtual distrai tanto o cérebro que as pessoas não pensam mais na dor”, segundo Bailenson, que avalia uma diminuição de até setenta por cento da impressão dolorosa.

Curiosidades

Óculos de realidade virtual ajudam pessoas com Parkinson a caminhar

realidade-virtual-auxilia-pessoas-com-parkinson No Hospital das Clínicas de São Paulo (HC-FMUSP), um agrupamento de pacientes com mal de Parkinson conseguiu avanços para voltar a andar com agilidade e segurança em função do uso de óculos de realidade virtual em consultas de fisioterapia. O paciente Pietro Azzolini, de 68 anos, já não se desequilibra ao caminhar em uma via pública. Ele foi identificado com a enfermidade há doze anos. “ Após o tratamento, senti mais estabilidade e mais segurança para andar ”, reitera. “O Parkinson, geralmente, não tem cura, contudo este tipo de equipamento, que bastante gente nem tem noção que existe, pode melhorar bastante o desempenho das pessoas. ”

Conforme a fisioterapeuta Carolina Souza, do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP, os óculos são particularmente eficazes para tratar um sintoma normal em pacientes com Parkinson em nível 3 (ao todo, a disfunção tem 5 estágios ): o “freezing”, ou “congelamento”. O congelamento ocorre no momento em que o paciente começa a caminhar com passos cada vez menores até parar ou despencar. Isso costumeiramente acontece logo no momento em que ele passa a andar, quando está ante um obstáculo ou quando necessita de mudar de direção.

Carolina notícia que, num grupo de dezoito pacientes graves, com enfermidade em estágio três ou quatro, que começaram a treinar com os óculos na instituição, todos sentiram uma evolução da marcha e uma diminuição das manifestações de “freezing”.

No momento em que está usando os óculos, o paciente enxerga um trajeto quadriculado em três dimensões. Um sensor de deslocamento detecta a ocasião em que o paciente passa a caminhar e o caminho quadriculado se movimenta como uma esteira. A pessoa também ouve sons que colaboram a ritmar os passos. Ao regularizar os passos com o quadriculado virtual, o paciente consegue mais equilíbrio. A fisioterapeuta esclarece que o Parkinson atinge a área cerebral incumbido pelos movimentos automáticos, como o caminhar. O que os óculos fazem é instigar que ele adote um caminho cerebral alternativo, mais consciente, para andar.

Realidade Virtual auxilia crianças na sala de aula

realidade-virtual-nas-escolas Pela primeira vez, crianças de escolas públicas estaduais na cidade de São Paulo experimentam o aplicativo de realidade virtual que a partir deste ano será usado em aulas de ciências, geografia e história. Estamos falando do Google Expeditions. Este é o nome do programa que conduz o observador para o fundo do oceano ou para qualquer outro local do mundo – e fora dele. No interior dos óculos de papel, há um celular com o aplicativo de realidade virtual. Para qualquer lugar que a criança vire a cabeça, a cena a sua frente se mexe.

As crianças não mergulham sem um trajeto pré-definido. O educador estabelece o ambiente que os alunos devem visitar. Ao utilizar um tablet, ele coordena uma seta discreta na paisagem que dirige o olhar de cada aluno para os detalhes que ele deseja mostrar. Na tela do educador, há fichas com informações acerca do que a criança enxerga.

Educação é um dos essenciais horizontes da realidade virtual. A imersão que situações virtuais acarretam é capaz de retratar vivências e facilitar o entendimento – e a absorção – de conceitos de forma extremamente mais eficaz do que a teoria somente. O mundo acadêmico sabe disto.

Realidade Aumentada

realidade-aumentada Ele trabalha a definição de realidade no seu estado mais perfeito, ou seja, traz ao nosso universo elementos que não são reais. Pela lente dos óculos, você irá ver projeções de objetos, planilhas e uma infinidade de outros itens com os quais pode-se interagir de diferentes maneiras. Por exemplo, caso você esteja percorrendo o Louvre na realidade, com a AR poderia visualizar, diante os seus olhos, um mapa para ir até a Mona Lisa.
Em outras palavras, a Realidade Aumentada nos oferece a capacidade de relacionar-se com utensílios gráficos aplicados em nosso campo de visão. Estes componentes digitais passam a regular nossa visão (real + virtual), ocasionando a sensação de que estes objetos (componentes ou até seres digitais) pareçam fazer parte do ambiente.

Como opera?

Ela funciona da seguinte forma: é necessária uma webcam ou outro dispositivo que permita a interpretação e elaboração de um item virtual. Por meio da câmera, será transmitida a imagem que será mesclada com a animação. A partir daí entra em ação o programa ou app inteligente capaz de entender o sinal transmitido pela câmera. A fotografia capturada será projetada com uma imagem em 3D antecipadamente inserida no software responsável pela renderização das ilustrações. Em função do fato de a câmera estar capturando as imagens em tempo real e mesclando-as com animações, esta junção gera o efeito de realidade aumentada .

Suas Funcionalidades

Medicina

A realidade aumentada tem sido fundamental para muitos avanços na medicina. Através dela, se pode projetar modelos do corpo humano, tal como seus órgãos e sistemas para estudos mais detalhados. Pode ser usada, ainda, no decorrer dos procedimentos cirúrgicos, ajudando a equipe médica a atuar com mais segurança e sucesso, minimizando, portanto, chances de complicações.

Marketing

Bastante utilizada por anunciantes a fim de produzir imagens mais realísticas em três dimensões, a utilização da realidade aumentada no marketing pode trazer maior confiabilidade ao produto. A apresentação por meio de tamanho, formas, materiais e usos irá possibilitar ao freguês uma compreensão aproximada do produto real, aumentando seu interesse em obtê-lo. Ela está vigente em vários anúncios da indústria automotiva, por exemplo.

Campo educacional

No campo educacional a realidade aumentada é utilizada para estimular e motivar estudantes, permitindo visualizações de objetos que acham-se distantes. Permite refazer experimentos de maneira atemporal e além da sala de aula tradicional. A relação proporcionada por meio da realidade aumentada concede chance para que estudantes de múltiplas culturas e línguas cruzem informações e conteúdos, expandindo seus aprendizados. A realidade aumentada na educação é capaz de ser usada de forma criativa, propiciando inclusive a criatividade, sendo bem assertiva para o crescimento de alunos e professores.

Jogos

Nessa área, a realidade aumentada vem sendo muito trabalhada. Jogos virtuais os quais misturam a realidade virtual com a realidade normal são habituais no mercado, viralizando por várias partes do mundo. Um ótimo exemplo de realidade aumentada em jogos é o Pokémon GO, ocasionando uma febre entre crianças e jovens que no mundo real saíram procurando seus bichinhos virtuais mediante seus celulares.

Cultura

A realidade aumentada aqui tem como intenção aumentar a conexão entre o utilizador e a cultura, quando podemos acessar informações sobre obras e seus autores, além da chance de inserção nos contextos históricos, enriquecendo muito a experiência. Um bom exemplo dessa interatividade possível é enxergada na Alemanha. O país desenvolveu e disponibilizou um software que possibilita viajar no tempo e ver novamente cenas históricas por intermédio de aplicação de realidade aumentada. O Centro de Documentação do Muro de Berlim abrange 200 metros do muro, onde um sistema de geolocalização se liga a um mapa que traça onze pontos, propiciando aos visitantes o uso desta tecnologia para adquirir uma interação mais completa e expressiva, acrescentando conteúdos reais e históricos a partir do app.

Curiosidades

Jogo do Harry Potter em Realidade Aumentada

jogo-harry-potter-realidade-aumentada O sucesso estrondoso de Pokémon GO é um exemplo do enorme potencial deste recurso: o jogo bilionário produzido pela Niantic bateu inúmeros recordes desde o seu lançamento, em julho do ano de 2016.

Servindo-se dessa mania, a Niantic está desenvolvendo um jogo mobile de realidade aumentada de outra franquia bastante popular: Harry Potter. O bruxo elaborado pela escritora britânica J. K. Rowling e que ganhou oito filmes entre os anos de 2001 e 2011 será a excepcional celebridade de Harry Potter: Wizards Unite.

Criado em parceria com a Warner Bros. Interactive e com o estúdio Portkey Games, pertencente à Warner, o jogo ainda não teve detalhes revelados, no entanto tem seu lançamento esperado para o ano de 2018. Obviamente, entretanto, que o objetivo do jogo é trazer o universo de Harry Potter para o “mundo real” devido à realidade aumentada.

Capacete de bombeiro usa realidade aumentada para salvar vidas

bombeiros-realidade-aumentada Bombeiros são heróis de verdade, que têm que ser ligeiros como o Flash e fortes como o Superman a fim de combater o vilão fogo. Na ocasião em que o alarme soa no quartel, eles possuem pouco mais de sessenta segundos para ficarem preparados e, dentro do lugar que está em chamas, não têm mais do que 6 minutos para adentrar, salvar as vítimas e sair.

O problema é que os dispositivos empregados nos dias atuais em missões de resgate inclusive são bem arcaicos e entrar em um prédio que encontra-se pegando fogo não é tarefa fácil. Por que, então, não utilizar os proveitos da realidade aumentada para ajudar o trabalho dos bombeiros? O designer Omer Haciomeroglu produziu o C-Thru, um capacete tecnológico que possui 4 ferramentas essenciais para auxiliar na hora do resgate:

  1. O visor possui um sensor termal que exibe as áreas de calor do ambiente em tempo real;
  2. Por ser difícil ver pela fumaça espessa, outro sensor consegue definir o formato do lugar e da mobília, possibilitando a movimentação do bombeiro;
  3. O capacete traz um recurso essencial de cancelamento de ruído seletivo, que ao passo que bloqueia o barulho das chamas, enfatiza gritos de socorro e barulhos que apontem paredes ou tetos que possuam sido danificados.
  4. O recurso anterior possibilita ainda a existência de um dispositivo de comunicação facilitada entre os bombeiros da equipe.

O C-Thru ainda está em fase de testes e é usado no departamento de bombeiros da cidade de Umea, na Suécia. Quem sabe essa tecnologia possa facilitar o trabalho destes bravos profissionais e ajudar a salvar ainda mais vidas…

Aplicativo possibilita ver estrelas e constelações de qualquer local do mundo

realidade-aumentada-estrelas-e-constelações Caso você faça o tipo aficionado por astronomia, então decerto já se pegou observando o céu e tentando decifrar qual constelação era aquela na sua frente ou também buscando informações com relação a uma determinada estrela. Agora, um aplicativo promete desvendar estes pequenos enigmas e, ainda, possibilita que você veja as estrelas do céu mesmo que seja em dias nublados.

O Star Walk utiliza a tecnologia de realidade aumentada a fim de exibir a posição exata das estrelas no céu, mesmo no momento em que elas não acham-se visíveis. Basta mirar o seu tablet ou celular para um ponto no céu e o programa mostrará todas as estrelas, constelações e satélites naquela região em tempo real, agindo como um atlas estelar.

Ainda por cima, a incumbência Time Machine permite enxergar a configuração das estrelas no céu tanto no passado quanto no futuro. O aplicativo ainda vem com um modo noturno, que protege a visão à medida que você nota as estrelas, bem como um sistema de buscas que ajuda a encontrar a localização de qualquer corpo celeste com poucos cliques.

Quem não estiver decidido a investir em um software do gênero, poderá preferir pelo gratuito Star Chart/Carta Celeste. Ainda disponível para Android e iOS, o software possui utilidades bastante iguais ao Star Walk e usa bússola, GPS, o acelerômetro e o giroscópio do aparelho para calcular a localização de todos os planetas e estrelas visíveis em tempo real, revelando onde elas estão no céu. Ao todo, o software já mapeou mais de cento e vinte mil estrelas, tal como todas as 88 constelações.

Smartphone – Precauções a serem tomadas

O planeta hoje acha-se mais interligado, é necessário apenas ter um Smartphone em mãos para ter alcance a divertimento infinito e a informações quase ilimitadas. Mas, a questão é: Será que a permanente assiduidade dos celulares em nossas vidas é tão vantajosa quanto aparenta? Diversos estudos evidenciam que o uso exagerado de celulares prejudica não apenas nossa saúde e relações sociais, nossa capacidade intelectiva e capacidade de concentração também estão sendo lesadas.

A presença dos iPhones tira o foco dos indivíduos

pessoas-viciadas-em-smartphone O professor adjunto de McCombs, Adrian Ward e co-autores, fizeram experimentos com quase oitocentos usuários de smartphones tentando medir, quão bem as pessoas podem completar os afazeres na ocasião em que encontram-se com seu Smartphone nas imediações, mesmo sem utilizá-lo. Num experimento, os estudiosos pediram para os integrantes do exame que se assentassem em um computador e efetuassem uma sucessão de testes que requeriam concentração total a fim de assinalar bem as soluções. Os testes foram orientados para aferir a capacidade intelectiva disponível dos participantes – ou seja, a possibilidade do cérebro de manter e processar informações em qualquer momento.

Antes de começar, os membros foram treinados aleatoriamente para botar seus celulares na banca com a face voltada para baixo, no bojo ou no case individual, e, inclusive, em outro aposento. Todos os integrantes foram instruídos à colocarem seus iPhones no padrão silencioso. Os especialistas constataram que os integrantes com os celulares colocados em outra dependência superaram significativamente aqueles com seus telefones na banca, e eles também superaram ligeiramente os participantes que preservaram seus celulares em um case individual ou bolsa.

Os apontamentos mostram que a mera presença de um Smartphone reduz a capacidade cognitiva disponível e lesa o funcionamento mental, ainda que os indivíduos sintam que encontram-se dando toda atenção e dedicação na tarefa em foco.

” Vemos uma propensão linear a qual indica que, ao passo que o Smartphone acaba por se tornar mais perceptível, a capacidade cognitiva disponível dos integrantes minimiza “, afirma Ward. “Sua mente consciente não acha-se pensando em seu celular, contudo esse processo – o processo de exigir que você não pense em uma coisa – usa alguns de seus recursos cognitivos limitados. É uma fuga de capacidade [mental]”.

Em outro teste, os especialistas analisaram como a dependência de um celular influencia a inteligência de um indivíduo – ou por qual motivo um indivíduo sente que tem a necessidade de ter um Smartphone a fim de superar uma capacidade cognitiva característica do cotidiano. Os integrantes realizaram a mesma sequência de experiências baseados em computador que o primeiro grupo, e foram aleatoriamente designados para preservar seus Smartphones próximos na mesa da frente, com a face para baixo, no case individual ou bolsa ou em outra dependência. Nessa experiência, alguns integrantes ainda foram orientados a desativarem seus telefones.

Os especialistas verificaram que os participantes que eram os mais dependentes dos seus Smartphones tiveram um aproveitamento pior comparando-se com os colegas menos dependentes, mas só no momento em que eles conservaram seus Celulares na mesa, no bojo ou bolsa. Ward e seus colegas inclusive descobriram que não interessa se o telefone de um indivíduo encontrava-se ligado ou desligado, ou se encontrava-se deitado de frente para cima ou de frente para baixo em uma banca. Possuir um telefone à mostra ou de fácil acesso diminui a capacidade de uma pessoa se concentrar e efetuar tarefas, já que parte do seu cérebro acha-se trabalhando intensivamente a fim de não pegar ou usar o celular.

“Não é que os participantes encontravam-se distraídos porque percebiam notificações em seus telefones “, esclareceu Ward. “A simples presença de seu Smartphone foi o bastante para reduzir sua inteligência “.

O telefone afeta as relações sociais

celular-atrapalha-relacionamentos Os celulares são capazes de lesar as relações pessoais apenas por sua presença, mesmo na ocasião em que não acham-se em utilização, conforme novas pesquisas. 2 estudos revelaram que, se um celular é perceptível no decorrer de uma conversa, faz com que as pessoas sintam-se menos positivas com o indivíduo com quem dialogam. As descobertas indicam que mexer com seu smartphone ou meramente mantê-lo à vista durante um encontro a dois ou uma reunião com um amigo poderá ser um preocupante erro social.

Psicólogos que comandaram os experimentos na Universidade de Essex consideram que os Smartphones atiçam automaticamente pensamentos acerca de redes sociais mais extensas, minimizando o coeficiente de sintonia e entendimento nas comunicações presenciais. ” Em todos os estudos, encontramos provas de que o celular pode chegar a ter efeitos negativos nas proximidades, conexão e qualidade da conversa. A presença de um telefone celular é capaz de levar os indivíduos a refletir em outras pessoas e eventos fora do seu âmbito social imediato. Ao realizá-lo, eles extraviam a atenção de uma situação entre pessoas que ocorre no momento para se reter numa multiplicidade de certas preocupações e interesses”, indicou o cientista principal, Andrew Przybylski.

No primeiro estudo, um grupo de psicólogos solicitou a 37 pares de pessoas desconhecidas que passassem 10 minutos conversando uns com os demais sobre um evento interessante que aconteceu em suas vidas no mês passado. Os participantes sentaram-se em cadeiras em uma cabine privada e um Smartphone foi colocado em uma mesa próximo da metade deles. Para a outra metade, um caderno foi posto no mesmo local no lugar de um celular. Após o fim de suas conversas, todos os integrantes responderam questões com respeito a pessoa que tinham conhecimento, que foram classificadas usando modelos de avaliação psicológica padrão. Os pesquisadores perceberam que as pessoas que dialogavam com um celular visível nas proximidades eram significativamente menos efetivas em relação aos outros integrantes sobre a pessoa que acabavam de ter conhecimento. Eles eram menos predispostos a aceitar declarações como ” é possível que meu companheiro e eu consigamos nos tornar amigos se interagirmos bastante”.

Em um segundo estudo envolvendo 34 pares distintos de pessoas desconhecidas, alguns foram requisitados para conversar acerca de um assunto mundano, à medida que outros tiveram que falar acerca dos ” eventos mais marcantes do último ano “. Semelhante ao primeiro estudo, a metade dos pares conversou com um Smartphone posto em uma mesa próxima e metade com um caderno no mesmo local. Ter uma conversa “significativa” em vez de uma conversa com respeito a tópicos triviais aumentou os sentimentos de aproximação e segurança em seu companheiro para os participantes que viram um caderno ao longo de seu bate-papo. Mas o similar efeito não ocorreu para aqueles que tinham um celular localizado nas proximidades.

“Estes resultados demonstram que a presença de smartphones é capaz de interferir nas interações humanos, um efeito que é mais claro na ocasião em que indivíduos estão discutindo tópicos pessoalmente importantes”, reiteraram os pesquisadores.

Os apontamentos foram os primeiros concebidos para ver estritamente os efeitos de um Smartphone presente na comunicação face a face. Os cientistas afirmaram que uma pesquisa adicional seria capaz de avaliar se a presença de um telefone celular de fato causa variações consideráveis no comportamento das pessoas ou somente suas percepções da experiência.

Luzes do Smartphone causa danos não reversíveis à visão

smartphone-prejudica-os-olhos Nos dias recentes, é quase improvável passar o dia sem olhar a tela da tv, do computador ou do telefone celular. Um apontamento efetuado pela Millward Brown Brasil e NetQuest em 2016 mostrou que o brasileiro consome mais de três horas ao dia de frente ao telefone. Entre os adolescentes, a média é ainda maior: quatro horas. E o uso demasiado desses aparelhos tem elevado a ocorrência de problemas de visão. A luz azul violeta emitida por TVs, celulares, PC’s, tablets e ainda por lâmpadas de LED são capazes de gerar danos irreversíveis, conforme a diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da América Latina, Marcia Beatriz Tartarella. “O efeito da radiação por fototoxicidade vai se acumulando nas células da retina, e isto causa a degradação da mácula, área delicada da visão”, afirma.

Os primeiros traços de complicações referentes a este tipo de luminosidade não se manifestam de imediato. Conforme a especialista, é impossível constatar anomalias a curto prazo, entretanto qualquer indício de esgotamento visual, sensação de olhos secos, irritação ótica e até coceira, deve ser avaliado clinicamente.

Vice-presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, José Augusto Alves Ottaiano explica que piscamos menos quando estamos em contato com a tela de PC’s ou Smartphones, além de realizarmos maior pressão a fim de que a visão esteja focada. “Nós piscamos em média quinze vezes a cada minuto. Este é o número necessário para uma ótima lubrificação lacrimal. No entanto, em momentos de stress, que requerem um foco bastante grande do nosso olhar, essa porção pode se diminuir a 4, cinco vezes por minuto. Isto gera uma sobrecarga ocular”, diz o especialista.

O especialista ainda fornece algumas dicas a fim de reduzir o choque da iluminação:

  • Para quem trabalha em escritório, por exemplo, o melhor é que o microcomputador ache-se constantemente na mesma linha da visão. Caso esteja acima, a musculatura ocular demora um tempo maior para renovar a superfície lacrimal, deixando o olho desidratado.
  • Não se deve ampliar a constância em frente à tela. Folgas a cada 2 horas ajudam a evitar maiores problemas.
  • Ar condicionado similarmente desidrata os olhos e aumenta os transtornos causados pela luminosidade, principalmente em ambientes de tamanho menor como dentro do automóvel.
  • É importante recordar de regular as configurações de cada tela a fim de que o brilho se ajuste segundo a iluminação do local. Lugares escuros não precisam de um alto brilho no display do smartphone.

A ausência de cuidado prolongado nestes casos pode originar doenças nos olhos como a catarata e presbiopia, além de distúrbios nas áreas da córnea, retina, mácula e cristalino, conduzindo à perda de visão gradativa. A luz azul está também presente em locais externos e, devido a isso, a utilização de óculos escuros com proteção para raios ultravioleta é aconselhado.

“Existe radiação da luz azul violeta através do sol em fração ínfima, contudo isto tem crescido devido à perda da camada de ozônio, que protege a poluição ambiental”, assegura Tartarella.

Outra possibilidade é o uso de lentes fotossensíveis, que se ajustam conforme a iluminação do ambiente e dos dispositivos com tela. “O mercado atualmente já tem tratamentos especiais que oferecem bem-estar e segurança em qualquer ambiente ”, completa a oftalmologista.

Uso excessivo do celular ocasiona problemas na coluna

smartphone-prejudica-a-coluna Cada vez mais existente na rotina das pessoas, os Smartphones ou tablets são ferramentas que as complementam, tanto no trabalho, quanto no lazer. As leituras regulares feitas nestes dispositivos faz com que o leitor obtenha uma postura automática que, conforme seu tempo de uso e a intensidade da inclinação, tem grande chance de causar alguns problemas. A text neck, como é denominada essa posição da inclinação da cabeça e coluna para a leitura nestes aparelhos, pode chegar a ser uma preocupação internacional da fase da tecnologia, segundo pesquisadores, por afetar uma significativa e crescente parte da população.

“A utilização do celular faz com que o indivíduo tenda a tombar a cabeça e o pescoço para frente. Essa inclinação mantida por várias horas no dia a dia e por muito tempo tem grande chance de causar uma sucessão de desconfortos. Dor no pescoço, dores de cabeça e dor nas costas são os relevantes”, expõe o ortopedista Jefferson Leal, professor do Departamento do Aparelho Locomotor da Faculdade de Medicina da UFMG.

De acordo com Leal, a inclinação da cabeça para frente é inato, fisiológica e inofensiva nas situações do dia-a-dia que não requer mais que muitos segundos na posição. Porém, para cada grau de inclinação da cabeça para frente na posição em pé, a compressão dentro dos discos da coluna do pescoço aumenta. “Com quinze graus de inclinação para frente, a compressão dentro do disco quase triplica. Com 60 graus, a compressão aumenta 6 vezes”, esclarece. “Depois disto, olhe ao seu redor e veja quantas pessoas utilizando o celular em pé e com o pescoço inclinado para frente. Considere essa pressão sobre o pescoço por muitas horas e por vários anos. Certos apontamentos indicam que esta postura ruim é capaz de ser a causa do envelhecimento prematuro do disco intervertebral”, completa.

Além dos problemas como enxaquecas e na coluna, este tipo de postura é capaz de ainda provocar degradação precoce do disco intervertebral. “A postura ruim também é capaz de reduzir a capacidade pulmonar e mais dificilmente estar relacionados à depressão, doenças do coração e oftalmológicas”, diz o ortopedista.

Como modo de prevenção ou diminuição nesses problemas, Jefferson Leal sugere movimentar a cabeça e pescoço diversas vezes por dia e fortalecer os músculos do pescoço forçando a cabeça contra sua resistência utilizando as próprias mãos, tanto para frente como para trás. Além disto, ficar de pé junto a uma parede com os membros estendidos e empurrar o peito para frente para endurecer “ a musculatura da ótima postura ”. Ele também aconselha olhar para o celular mais com os olhos do que com cabeça.

Consoante o professor, na ocasião em que os indícios se tornam persistentes e não atenuam com a redução do uso do telefone celular ou da adoção destas ações corretas pode significar gravidade, sendo aconselhado buscar um especialista.

Fone de Ouvido Tradutor – Tecnologia Inovadora

O fone de ouvido tradutor é bem aproveitável para passeios, compreender línguas novas e ainda mesmo fazer amizade com estrangeiros. Esta tecnologia que apareceu recentemente tem conquistado cada vez mais investimentos já que promete acabar de uma vez por todas com as barreiras do idioma e unir muito mais o mundo. Apesar destes aparelhos possuírem um objetivo em comum, cada exemplar possui características únicas. Veja algumas delas em seguida:

Pixel Bud: o fone de ouvido tradutor da Google

fone-de-ouvido-google Chega das barreiras idiomáticas! Quem jamais ficou abalado na hora de falar a língua inglesa ou qualquer outro idioma numa viagem ou uma mera conversa com estrangeiros? Esta dificuldade, que sempre foi capaz de ser derrotada com ânimo com o intuito de se fazer entender e para entender o outro, nesta ocasião também é capaz de ser superada com o auxílio de um recente lançamento do Google: um fone de ouvido tradutor chamado”Pixel Bud”, que traduz quarenta idiomas instantaneamente pela internet, por conseguinte é necessária uma conexão invariável para usar essa função. O fone funciona com uma bateria que tem durabilidade de cerca de 5 horas.

Eles operam em conjunto com os recentes tipos de telefones celulares anunciados pela Google, o Pixel 2 e Pixel Dois XL ou outros aparelhos que possuem as versões mais recentes do Android.

“É como se você portasse seu próprio tradutor particular em qualquer lugar que você andar. Digamos que você encontra-se em Little Italy (EUA), e você deseja pedir seu macarrão como um especialista. Tudo o que você necessita fazer é pressionar o botão direito e dizer: “Auxilie-me a falar italiano”, diz a Google no site oficial.

O acessório – o qual pode ser transportado em uma case que cabe em qualquer bolso – assegura além de vinte e quatro horas de reprodução uma boa qualidade sonora com graves acentuados e pareamento mais simples.

O Pixel Bud esteve em pré-venda nos Estados Unidos com um preço de $159 dólares estadunienses, o equivalente por volta de 500 reais. No mês de novembro o dispositivo deve chegar ao Canadá, Grã-bretanha, Alemanha, Austrália e Cingapura.

Com o Pixel Buds, o Google instaura no mercado um item para competir com o similar Airpods, da Apple. A vantagem dos fones do Google, no entanto, é a conexão com o software de tradução, coisa que ainda não acontece no fone de ouvido tradutor da rival. Em contrapartida, a tarefa de tradução não é única do seu produto. A companhia da Alemanha Bragi, implantada em 2013, lançou uma variante mais desenvolvida do seu fone de ouvido tradutor, denominado Dash Pro, este equipado com a aplicação de tradução simultânea mediante o aplicativo iTranslate, presente no iPhone.

One2One

Se você acha que as soluções da Google para tradução entre diferentes idiomas já são surpreendentes, se prepare para ver uma autêntica mágica tecnológica na forma de gadget infestar este território. Chamado de Translate One2One, o dispositivo desenvolvido por uma pequena startup australiana é um fone de ouvido que traduz de forma automática – e praticamente em tempo real – frases e conversas ouvidas por você em até oito idiomas diferentes.

Ao passo que a Grandiosa das Procuras dá uma mãozinha com línguas estrangeiras através de portais, apps e até câmeras que traduzem textos de forma surpreendentemente rápida, a Lingmo submeteu-se aos benefícios do Watson para conduzir as palavras até os seus ouvidos. Utilizando a API de reconhecimento natural de linguagem da plataforma cognitiva da IBM, a empresa desenvolveu um invento relativamente pequeno e que tem capacidade de fazer seu ofício em torno de três a cinco segundos. O melhor? Tudo sem depender de WiFi, Bluetooth ou até mesmo do seu Smartphone.

Atualmente, o objeto – que pode ser trajado como um headset esportivo tradicional – entende inglês, japonês, francês, italiano, espanhol, alemão, chinês e, claro, o nosso português do Brasil. Tudo muito bacana, mas até então aparenta alguma coisa vindo de filmes e livros de ficção científica, certo? Nada disso! Afinal de contas, não estamos falando de um modelo único ou de um empreendimento marcado para 2020, mas sim de um produto que começa a ser comercializado muito em breve.

Caso tudo dê certo, a ideia é que o Translate One2One seja fornecido a partir de julho, por meio do site da Lingmo, por um custo padrão de US$ 179 – cerca de R$ 592 em conversão direta e sem somar impostos e taxa de entrega. Vale perceber que a startup não é a única a trabalhar num equipamento como esse, uma vez que, mais no início do ano, ao longo da MWC 2017, a Waverly Labs expôs um produto semelhante a este. O Pilot, no entanto, não tem perspectiva de lançamento nem o suporte na mesma quantidade de idiomas do gadget da Austrália.

WT2

fone-de-ouvido-wt2 O WT2 é um tradutor móvel simultânea que inclui 2 headphones, 1 software e uma capa de cobrança personalizada. Os headphones oferecem diálogo de linguagem estrangeira a extenso prazo, mãos livres, proporcionando que você afunde na cultura local no mesmo momento em que viaja, se expressa mais completamente e estabelece conexões mais significativas com as pessoas que conhece.
Nosso WT2 é o primeiro e único sistema de tradução “1 + 2” do planeta. Isso quer dizer que, ao oposto de outras soluções, nossa tecnologia patenteada admite uma conversa de voz multiplexada entre ambos conversores de fone de ouvido tradutor WT2 e um único telefone com o app WT2, propiciando uma experiência de comunicação confortável para o cliente.

Esse software integra tecnologia de comunicação sem fio, algoritmos sagazes, tradução de voz e inúmeras outras tecnologias num singular pacote. Ao usar “1 +2”, pode-se conversar de forma fácil com qualquer pessoa, independentemente do idioma falado, e sem fases de configuração incomuns.

“1 + 2” é a chave para romper as barreiras da comunicação ao redor do planeta, possibilitando que você converse facilmente com gente nova sem ter que se incomodar em pedir que façam download de um software em seu próprio smartphone antes – só passe um fone de ouvido tradutor e comece a ter uma conversa verdadeira! Com o WT2, o contato visual completo e a linguagem natural do corpo são conservados, permitindo que você não somente converse com outras pessoas em múltiplos idiomas, mas também as compreenda.

Ótimo para fãs da viagem, refugiados, estudantes de famílias, famílias interculturais, lojas internacionais, hotéis e todos no meio. O WT2 é capaz de auxiliar a transformar sua experiência de viagem mais agradável e aprimorar sua eficácia de comunicação com compradores estrangeiros ou sócios.